Novo referendo sobre o BREXIT apoiado pelos trabalhistas

Like and share

O partido dos trabalhadores disseram que vão apoiar um novo referendo sobre o Brexit caso o Parlamento rejeite o acordo que Theresa May fez com Bruxelas.

Possível novo referendo sobre o Brexit apoiado pelo Partido dos Trabalhadores

O Secretário de Estado para a saída da União Europeia, Keir Starmer, disse que se a Câmara dos Comuns votar contra o acordo previamente apoiado e acertado pela  primeira-ministra,  então caberia aos parlamentares decidir o que aconteceria em seguida e “todas as opções” seriam possíveis a partir disso.

Sir Keir Starmer, membro trabalhista do Parlamento

Ele rejeitou a idéia de que seTheresa May não conseguir um acordo ou se o parlamento rejeitar o acordo dela, então não poderia haver o Brexit. Keir também contradisse o secretário de Comércio Internacional Barry Gardiner, que no início da semana afirmou que poderia haver “desobediência civil” no caso de um novo referendo.

Seus comentários foram feitos quando a campanha do jornal The Independent para um novo referendo  aumentou o ritmo, com mais de 700.000 pessoas assinando a petição.

Theresa May

Falando ao programa Today da Radio 4 da BBC, Kier foi questionado se o partido apoiaria um novo referendo sobre o Brexit, e disse que a posição trabalhista seria apoiar uma votação no parlamento. Ele prosseguiu: “Se esse voto é para rejeitar o acordo do Artigo 50, o parlamento deve decidir o que acontece a seguir. Nessas circunstâncias, parece-me que todas as opções devem estar na mesa. Então, não pedimos uma votação sobre o acordo. Nós pedimos uma votação no parlamento sobre o acordo.”

Mas a divergência de palavras feita há dois dias pelo Sr. Gardiner ressaltam uma possível ruptura dentro do partido trabalhista sobre a questão, que terá grande destaque na conferência do partido deste ano.

Gardiner disse que os defensores do Remain and Leave disseram aos eleitores no referendo de 2016 que a decisão deles “determinará o futuro do nosso país pelos próximos 40 ou 50 anos”.

Confrontado com as palavras do Sr. Gardiner sobre a desobediência civil,  Keir disse: “Eu não vi sinais de desobediência civil, por isso estou certo de que podemos passar por este exercício.”

 

 


Like and share